| Antologia Fazendo Arte em Búzios, Coordenação: Sonia Medeiros |
17Mai2012 02:07:01 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Antologia Fazendo Arte em Búzios, Coordenação: Sonia Medeiros,
Dia 26 de maio,Vamos?
Será no Restaurante Buzin, Dia 26 às 21:30 h.
Escritores integrantes da Antologia Poetas Fazendo Arte em Búzios.
1-Manoel Lima - SP
2- Luiz Poeta - RJ
3- Rosangela Goldoni - RJ
4- Vera Lilian Batista - Buzios
5- Adozinda Aguiar - RJ
6- Jesusa Perez Estevez - RJ
7- Silvia Regina Aguiar - Búzios
8- Beth Braga - Búzios
9- José Gonzaga de Souza - Búzios
10- Patrícia Neme - Tocantins
11-Carolina Maria Rodrigues da Silva - Búzios
12-Marcos Clayton Sodré - Búzios
13-Sonia Medeiros Imamura - Búzios
14-Sílvia Araújo Motta - MG
15-Delmires de Oliveira Braga (Mirinho) - Búzios
16-Diana Balis - RJ
17-Afonso Estabanez - RJ
18-Soninha Porto - RS
19-Iara Pacini - RS
20-Vany Campos - RS
21-Sheila Cardoso de Figueiredo Sena - Búzios
22-Maria Elena Olivares - Búzios
23-Hugo Mendes Guimarães - Búzios
24-Jorge Duarte Barbosa – RS
25- Dyandreia Portugal – Cabo Frio
26-Noggi Diaz Velez - Búzios
27-Dabaris Ariadna – Búzios
28-Mary Lovely - RJ
29-Rogério Carvalho - Cabo Frio
30-Romano de Souza Lorenzi - Búzios
31-Marisa Maria da Costa Silva -Búzios
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| …Dóceis como Ópio |
15Mai2012 08:01:46 |
| Publicado por: (....) |

BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PREGUIÇA | CONCEIÇÃO B
Na rua onde dormito,
os passos correm descompassados
sem pressa…
…Fogem
…Tropeçam
Fingem-se calados,
pelo verbo que atalham, corrupiam
mas sem pressa…
…Cospem
…Escarram
Esgueiram-se por qualquer lado
como ratos de bueiro,
sem pressa…
…Incham
…Abocanham
Sem pressa,
calam a vaidade apressadamente
Conceição Bernardino
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | PREGUIÇA | CONCEIÇÃO B
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| A calada noite II para Alfredo Volpi |
08Mai2012 12:38:50 |
| Publicado por: Diana Balis |
 A calada noite II para Alfredo Volpi
Cessa a noite de outono
Breve em chuva fria
Varal de cores
E amores.
Ferozes e suaves os gestos
Ventam os solfejos
Vozes vorazes
Os amadores.
O Luar terreno acorda as velhas cicatrizes
Limbo é o bruto lume.
Brilha a estrela Dalva
No sorriso de paixão.
Balançam as tranças e danças com as pipas.
Beija ardente a espera e cria
A atmosfera celeste no ar.
Voam as belas saias e palafitas.
Diana Balis a Volpi.
Rio de Janeiro, 8 de 5 de 2012. Rio.
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| A calada noite |
08Mai2012 12:24:30 |
| Publicado por: Diana Balis |
 A calada noite
Um homem que nunca tive, jamais me perderá.
Uma mulher que se entrega de corpo e alma a alguém,
Será sempre perdida dentro de si mesma.
O sofrível é ser amizade sendo espera de amor.
O beijo bem dado fica na mente do desejo e o amor nem vivido acorda intenso e latente.
Dentro do peito o amor chega sempre bem perto.
O coração pode querer, mas a alma sente o vazio do desafeto.
Corações nem mentem, mas o instinto é selvagem e baqueia no voraz desejo de ser só entrega de energia.
Desejo ir além de todas as minhas esperas e viver a vida real que nem possuí.
E no afeto realizado ser um dia feliz.
Eu sem você vivo no limbo da escuridão.
E com você visualizo a força celestial do luar de apelos ao sol.
Num encontro entre montanhas e mar, o clarão de relâmpagos entre peles nuas.
Ao vento e vórtex, córregos e riachos, transcorrem nas veias as correntezas de solos, ao encontro de mares, miragens.
Morrer trezentas vezes e ressuscitar como estrela no céu.
Cometa mais uma vez o pecado de me amar sem propósito.
E eu saberei ser sua calada noite.
Diana Balis para Alfredo Volpi. (Pintura de Volpi)
Rio de janeiro, 18 de outubro de 2010.
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| A Morte do Poeta |
02Mai2012 12:59:48 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Morte e Poetas
Na inscrição de jazigos cravados na faca da literatura
O consumismo da Editoração selvagem
Morte aos cassinos da Poesia
E aos escandalos dos Burocratas
Salve enfim da Morte
Os Poetas.
Por declamarem ao dia,
Amor a Poesia.
Diana Balis, Nem tudo é mar nem tudo é terra, há Espaço.
RJ, 2 de maio de 2012.
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| Entrelaço |
01Mai2012 04:50:08 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Entrelaço
Ligo linhas
Combino cores
Em abraços.
A Moça zumbiu ouvindo as histórias
Dormiu entre os novelos de lã
Entrelaçadas as linhas.
Cores de corredores
Em fitas amarelas
Vem e leva o piano.
Toca a nona
Inventa o conto
E sorria.
Quem dera ser da cicatriz o mero atalho
Caiu no abrolho?
Bugalho!
Assoe o cariz.
As portas estão fechadas...
Importa-me as maçanetas,
Serão de ferro as fechaduras.
O fio do corte
Cega à faca,
Tesoura na mão,
Ameniza a sobremesa.
Cansei e deitei
O sonho é açoite
O tempo para...
Entrelaçados
Amantes,
Cobiçam
O amanhã.
Deita no tecido e trama
Tece a rede
Colhe o descanso no drama.
O cinema de pálpebras
Cobre o singelo olhar
Há chuvas frescas na dor.
Viva o movimento
Criativo do gesto de amor.
Sorri no momento.
Canto o cálido voo
No fruto que amarela
Acolhe à espera.
Sinto o frio da mente
No corpo recolhido da dor,
Cubro a face rubra da morte.
O rumor vigente
De curvas que abstendes.
Abres as cortinas
Às linhas que rebobinas.
Viver de tranças,
danças
Ao mundo.
Diana Balis, 1 de maio de 2012, Rio de Janeiro.
Pintura Raphael Mattera, São Paulo.
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| Pregado N’alvura Queimada das Velas |
30Abr2012 02:45:54 |
| Publicado por: (....) |

BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7PECADOS | PECADOS | CARLOS VAL
Alinhavo as árvores no grito das cores
É tarde, tão tarde amor e ainda não falamos
Da despedida da primavera nem dos
Delírios que nunca partilhamos
A água turvou-se, as aráceas envelheceram
Dentro da garrafa de plástico que lancei
No mar da minha memória
Aperta no teu peito as madeixas cristalizadas
E o fio de sémen obsceno que tatuei
Com pregos ferrugentos no teu útero
Resta-me os gemidos da partida
E o riso pontiagudo da saudade
Pregado n’ alvura queimada das velas
Carlos Val
In “Nono Sentido”
Carlos Val é Pseudónimo Literário de Conceição Bernardino
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7PECADOS | PECADOS | CARLOS VAL
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| Tuas Mãos |
29Abr2012 23:07:38 |
| Publicado por: (....) |

BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7PECADOS | GULA | FÁTIMA FEITOSA
Em meus pensamentos passeiam tuas mãos,
Acariciando todos meus desejos enrustidos,
Moldando novos e belos sonhos construídos,
Embriões atrevidos, desconhecem a direção.
Ah, essas mãos! Deslizam dos pensamentos
E percorrem meu corpo ávido de prazer...
Inteligentes, tocam, delicadas, o meu ser.
Delírios silenciam, insaciáveis, momentos.
Suas mãos saboreio: meu objeto de prazer!
Sensíveis, belas, sabem a direção certa...
Manuseiam, com gula, cada poro arfante.
Ofegante, me lambuzo neste nosso querer
Que me cala a voz da razão; meu alerta.
Entregue ao bailar das ondas neste instante.
Fátima Feitosa
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7PECADOS | GULA | FÁTIMA FEITOSA
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| EMBARQUE NESSA NAVE CULTURAL |
29Abr2012 13:52:53 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Sarau “Poesia a Bordo” de 27 de abril de 2012.
Agradeço a presença de todos no “Poesia a Bordo” e aguardo vocês no próximo.
Uma pequena descrição das apresentações e leituras:
HAIKU 66 (Poesía Japonesa) Plaza Janés Editora, em Espanhol; Bartolomeu Campos de Queirós , O Fio da Palavra, Editora Galera;
“A Terra em Agonia” Sonetos de Manoel Virgílio;
Pedro Tornaghi, Poeisas e Histórias de João Nogueira;
Leituras, Poetas Convidados: Túlio Rodrigues e Dauá Puri.
Conto Teatral de Flavio.
Cantor “Rui de Carvalho” interpretando João Nogueira.
Músicos do Espaço Música & Arte Giffoni Dantas:
Felipe Adetokundo e Henrique Bardanachvili.
Assistimos “OUTRO LADO DA PASSARELA” de Phillip Johnston.
Foto do “time cultural” masculino no “Poesia a Bordo”.
Mais fotos na Galeria.
Abraços,
Diana Balis
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| O Céu é o Limite, Mas os Infernos não Têm Fim (II) |
29Abr2012 04:08:12 |
| Publicado por: .Ibernise |

BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | IBERNISE
Teu corpo pode te ajudar ou te perseguir. Quando ele te ajuda faz uma trégua com a tua alma amorosa, e por isto mesmo sempre aflita, para conseguir coisas que transitam na rota do afeto. Mas se esta matéria que é teu corpo, te persegue, ela vai estar sempre bloqueando os teus acessos a tua necessidade afetuosa.
Para entenderes a dimensão do afeto, que podes desfrutar, precisas entender que o primeiro afeto que careces é descobrir-te a ti mesmo, em relação as necessidades da tua emoção. isto, é: ' amar todas as coisas como a ti mesmo'. Ou seja, tenhas o amor no coração em relação aos outros, mas primeiro descubras o que é, e em que consiste o ser amador, e o quanto desta sua necessidade.
Portanto, tens esta decisão a tomar. Se escolheres que teu corpo é teu aliado, ele te ensinará coisas e tu saberás, sempre onde ir buscar a felicidade garantida. Sim, porque embora o corpo esteja em eterno conflito com a alma, isto é a dádiva suprema, porque o conflito precisa de paz, e assim, sendo esta motivação para tua mais íntima felicidade, estará sempre te levando a ser o sujeito desejável e desejante.
Tua sensibilidade estará sempre à flor da pele, e tu estarás sempre disposto a ser feliz. Busca que é infinita no teu infinito particular, porque sendo particular, pode ser infinito. Porque a infinitude é interrompida quando e onde decides partilhar tuas emoções. Aí acedes o direito de dividir, com o outro, mas, isto se ele aceitar, recebê-la.
A tua felicidade, ainda assim, já não será mais 'a felicidade garantida', pois dependerá do saber receber, e o que fazer com o que se recebe...
Entretanto, à primeira negativa, não te frustres, recorras sem hesitação a tua própria reserva de felicidade. Precisas saber onde ela está em ti, para poder acessá-la sempre, com carinho e calma, pois a felicidade não tem pressa...
Ibernise
Barcelos (Portugal), 01ABR2012.
Núcleo Temático Filosófico.
BLOGTOK | CICLOS DE POESIA | 7 PECADOS | LUXÚRIA | IBERNISE
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| Tijuco - Haikai |
27Abr2012 10:25:04 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Tijuco - Haikai
Flores Alagadas
Suave pingo de amor
Chore tempestade
Sol abre manhã
Cor e poesia clara
Alma evapora
Alagados pés
Descalçadas rente ao léu
Vistorio o céu
Nuvens que relaxam
Poesia a Bordo
Reflexiva voou
Sentir o cinema
Poesia é dilema
Música no ar
Canto bossa nova
Pássaro vivendo tempo
Versos em Haikais
Fogo, terra, ar
Vivo expresso sentir
Poesia amar
Diana Balis, Rio de Janeiro, 27 de abril de 2012.
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| Mãe |
25Abr2012 10:25:52 |
| Publicado por: Diana Balis |
 Mãe
Calada face de amor
Ameno o colo
Em respingo de Lua
Bebe e come.
Clara à pele
Suado cansaço do cuidar.
Amar, ler, levar, buscar, fazer de tudo!
Quase tudo...
Os caminhos serão diferentes...
Em pena leve de tênue paisagem.
A passagem tem destino.
O bilhete da vida é individual.
Diana Balis, Rio de Janeiro, 25 de abril de 2012.
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